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20/20/07 Congonhas? Cumbica? Tietê? Não, obrigada.

Com o mais recente acidente aéreo, parece que algumas as pessoas perceberam que era sério o que qualquer um de bom senso já sabia: não é seguro voar no Brasil. Só que nem todas perceberam que não é só o fato de Congonhas ser muito movimentado ou ser no meio de São Paulo. Campanhas como “Congonhas não“, para evitar o uso do aeroporto, ignoram o fato de que há também pontos cegos de radar, equipamentos ineficientes nas torres de controle, descaso governamental, etc etc.

Então, resolvi propor uma alternativa que abrange todos estes problemas, e não só transferir a superlotação de Congonhas para Cumbica:

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Isso aí: vá de skate e para de encher o saco. Com todo respeito à amigos e familiares dos “Duzentos de Congonhas”, eu só vou levar à sério o problema do caos aéreo brasileiro quando resolverem coisas mais básicas como o caos diário Centro-Santo Amaro, onde muito mais gente é prejudicada do que nos atrasos dos aviões e com uma frequência muito maior.

E sobre as mortes, eu pergunto: já ouvir falar em lotações? De acidentes de ônibus em estradas? Pois é, ninguém está à salvo.

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2/02/07 Ao mestre com carinho

Para todos os meus ex-professores que me acha(va)m uma peste. Para todas as ‘tias’ que lembram com pesar das minhas travessuras com super-massa. Para todos os ‘colegas’ de escola que eu já ‘aloprei’, bati (ou tentei) ou aporrinhei de qualquer ourta forma. Para todos os professores das faculdades que eu passei que não suportavam minha petulância: HÁ PIORES ALUNOS!

“(…) dois alunos começaram a dar voadoras(…). Quando ela [a professora] se virou, foi atingida na boca por um chute de um dos garotos. Ficou sem dentes.” - Folha de SP, 28/06.

“De repente, ele [o aluno] tomou um impulso e empurrou a porta, antes que eu conseguisse tirar minha mão. Só senti muita dor e vi a ponta do meu dedo no chão”, conta [a professora] Eunice.” - Folha de Online, 29/06.

“o garoto acendeu um isqueiro e o aproximou da cabeça da professora, o que ateou fogo a parte do cabelo dela.” Folha Online, 21/06.

“Uma professora de biologia foi colada ao assento de sua cadeira durante uma aula” Folha Online, 05/07

Tudo bem que algumas crianças tem motivos, como o garoto de quatro anos que foi “esquecido” na sala de aula mas isso é excessão.

A culpa? Das inciativas do governo de ter “número” de alunos na escola e não formar esses moleques. Com 75% dos brasileiros sendo analfabetos funcionais e notícias como essa, não é melhor que estes animaizinhos fiquem na rua mesmo e se matem por lá sem atrapalhar os poucos que tentam estudar?

Se bem que nem tentando… escolas públicas são ruins e escolas particulares baixaram o nível para ninguém repetir e os poucos pais que podem continuarem pagando. É, tá feia a coisa.

Sou à favor da volta das filas em que os pais tinham que virar a madrugada esperando para conseguir uma matrícula. Se um pai se preocupa à esse ponto, é um pequeno sinal que o filho não é um animal de rua, no máximo, um animal semi-domesticado.

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