Como deu para perceber no últimos 2 posts, bloquear internet no trabalho não é efetivo se os funcionários são minimamente inteligentes (ou seja, sabem usar o google). Então resolvi ajudar Darwin e impulsionar a evolução no CPD listando alguns sites que prestam um grande serviço para a humanidade que tem problemas com sites bloqueados na empresa:
Goowy Webtop - Este servigo funciona mais ou menos como um sistema operacional online, feito todo em flash. Dentro do Goowy funcionam
- Cliente de e-mails para até 5 e-mails diferentes;
- Calendário;
- Agenda de contatos;
- Um messenger que permite usar a sua conta do MSN, ICQ e Google Talk (jabber), que tem inclusive emoticons;
- Jogos em flash;
- Diversos ‘Minis’ ou widgets, ou seja, pequenos programas que ficam no desktop.
Alêm disso, uma parceria com o Box.net dá 1Gb de armazenamento grátis , que pode ser usado para armazenar por exemplo arquivos de mp3. Você pode baixar as mp3 e ouvir no seu computador ou usar o Mp3 Player do próprio Goowy.
Meebo - Conhecido serviço que permite usar diversos mensageiros instantâneos de uma vez só (MSN, Google Talk, ICQ, Yahoo!Messenger).
Guardster - É um web proxy, e como tal permite navegar em qualquer site sem que eles constem nos logs (listas de quais sites foram acessados). Além disso, serve para burlar bloqueios que restringem o acesso à sites através do endereço, já que o endereço da página que você tentar abrir sempre vai aparecer como http://www.guardster.com/_Um_Monte_de_Numeros.
Multiply - A principio é só mais uma rede social (tipo o Orkut). Só que desde muito cedo sempre contou com a opção de armazenar muitas fotos (antes do flickr ser popular era a melhor alternativa), vídeos e mp3. Por isso, apesar da busca de mp3 do site ser precária, ele é uma alternativa para baixar mp3 sem ter de usar o soulseek ou o emule. Outros sites que permitem o download de mp3 são o PureVolume, MySpace e Trama Virtual, que apesar de ser o paraíso das bandas emos nacionais tem muito mais coisas.
Pandora - Permite que você monte sua rádio online, baseado nos seus gostos, de um jeito muito mais interessante do que o last.fm. Já foi explicado neste post.
Gambiarras: Esse site explica como fazer o seu msn funcionar dentro do Gmail, usando um transport e o programa PSI para fazer as configurações. Eu usei essa gambiarra por um longo tempo, com o MSN e o ICQ e funciona bem.
[BL]Mp3 Player, Computador, Notebook, Empregos[/BL]
Carreira, Internet, Orkut
(8) Comentários ” Tell me all your thoughts on God?
‘Cause I would really like to meet her
And ask her why we’re who we are. “
Dishwalla - Counting Blue Cars
Hoje é dia das mulheres mas eu sinceramente não tenho a menor vontade de comemorar. Enquanto a maioria das mulheres do mundo achar que tem obrigação de parecer a Angelina Jolie e que isso é que é importante eu acho que o dia das mulheres tem que ser é um dia para pregar a libertação dos padrões, dar chacoalhões e tentar abrir os olhos de gente que sofre lavagem cerebral desde a hora que nasce, lavagem reforçada à cada nova edição da Caras, com cada escolha da próxima gostosa do Big Brother. Acho absurda a paranóia feminina por beleza porque não reflete a real beleza (menção clara à Dove) e sim uma beleza que só reflete a habilidade de fotógrafos e do pessoal da computação gráfica.
Me alegrarei e comemorarei quando houverem mais mulheres fazendo pós graduação do que cirurgia plástica. Só que num país onde boa parte da juventude se forma no ensino médio é analfabeta funcional, fica difícil. E não adianta espernear e colocar a culpa no governo e nas más condições sociais: a verdade é que a maior parte das garotas tem sim acesso à educação básica, o governo tem dado bolsas universitárias para praticamente qualquer um que peça e pareça pobre, em algumas localidades não só há bibliotecas disponíveis, como também há telecentros e esse mundão de informações que é a internet. E uma maioria esmagadora vai à estes lugares para usar o orkut e msn, o que é bem estranho já que alguns não sabem escrever.
Fico extremamente decepcionada pensando no que as mulheres passaram em décadas passadas para conseguirem liberdade. O O começo da biografia da Hilary Clinton, Vivendo a História, conta como na década de 60 nos EUA Harvard não precisava de boas advogadas. E não precisa ir tão longe: em casa minha vó conta que na década de 70 ela era discriminada por sair para trabalhar. Elas e muitas outras mulheres deram a cara à tapa, literal e figurativamente, para deixar um legado de liberdade feminina para a minha geração.
Sobrou para mim ser de uma geração de mulheres pode estudar o que quiser (e não estuda), trabalhar com o que quiser (e não sai de casa), fazer sexo com quem quiser e nem isso faz direito, porque acaba tendo filho sem poder, sobrando para a avó, que é daquela geração de 60 que lutou para poder legar este direito para as filhas. Estão sendo justas?
Me nego a levantar bandeira de moral e bons costumes mas a vulgarização da mulher está chegando à um nível absurdo. Lembrando que eu acho absolutamente normais que chocariam algumas pessoas. Só que eu acho completamente inapropriado, degradante, vulgar e desprezível a televisão de domingo, com falsas celebridades que atingiram este posto ficando nuas nos lugares certos, que agora evoluiram à ficar semi-nuas no Faustão e no comercial de cerveja e estão felizes, pois essa é a meta de uma vida e essas mulheres que são o modelo para as “mulheres normais”, não eu, que nem faço a unha (talvez porque eu gasto 14 horas do meu dia com trabalho e faculdade).
Resumindo: podem mandar as trufas e as rosas mas dispenso os parabéns. Prefiro que o dia das mulheres aja como um tapa na cara que nos relembre do nosso valor e alertar que ele está indo para o saco por livre, feminina e espontânea vontade, depois de tanta luta.
Comportamento, Internet
nenhum comentário Como disse ontem o Leandro, centralizar informação é muito bom, enquanto seu meio de centralização não apresenta problemas. Eu sempre soube disso e nunca levei à serio.
Só que enfim Murphy resolveu lembrar de mim, e de uns dias para cá uma das minhas contas do Gmail se recusava a funcionar com o chat habilitado. Justo a conta que eu realmente uso com o chat.
Primeiro passo: Arrumar uma solução provisória
Criei uma conta no Goowy, que é um “desktop online”, com e-mail, mensageiro instantâneo que funciona com Jabber, MSN, ICQ e Yahoo!Messenger, mp3 player, 1Gb de armazenamento e alguns Widgets. E usei o IM do Goowy com o meu abandonado MSN.
Segundo passo: Culpe o software
Testei a conta no Opera, no Internet Explorer, no Firefox do Windows e do Linux, e nada. Todas as outras contas de Gmail funcionando em qualquer navegador e a minha em nenhum. Então, a culpa é da conta
Terceiro passo: Hora da Faxina
Quase dez mil mensagens excluídas, todos os logs de chat no limbo, nenhum rascunho, 3% de uso do armazenamento máximo da conta usado. Mais testes, mesmo erro.
Quarto passo: Apelar
Uma busca rápida na ajuda do Gmail, pesquisa na comunidade de usuários do Gmail, pesquisas no Google, muitos bugs estranhos, nenhum parecido com o meu. Enviei um e-mail para o time de desenvolvimento do Gmail explicando todos os testes e problemas apresentados.
Quinto passo: De volta às raízes
Todo mundo que conhece um pouco só de informática sabe que desligar e ligar de novo resolve as coisas. No caso de um software: instalar e desinstalar. E duma aplicação online? Bom, eu não consegui pensar em nada tão estúpido quanto “abrir e fechar de novo” mas conseguiram pensar por mim. Depois de uma semana de problemas, mudei o idioma do Gmail para (sei lá eu qual). Originalmente, usava meu Gmail em inglês e assim que eu mudei para Bahasa Indonesia todos os meus problemas sumiram.
“Ah, mas agora vou ser obrigada a usar essa coisa estranha?”, pensei. E estava errada. Voltei para inglês de novo e o bug não voltou.
O que aprendemos hoje?
Que informática é uma ciência exotérica, e não exata, que pensar logicamente não vai te levar longe, que encher o saco do suporte sem antes tentar coisas esdrúxulas não é certo e que muitas vezes a solução está exatamente onde não deveria estar.
[BP]Computador, Notebook, Palm, Modem, Impressora[/BP]
Informática, Internet
nenhum comentário Parece que finalmente eu vou conseguir voltar à morar em São Paulo, perto do metrô, com “conforto e qualidade”, como diria qualquer anuncio de venda de imóvel.
Nessa situação, há preocupações básicas que existem desde quando aprendemos à usar cavernas para não sermos comidos por felinos gigantes (lembre-se: o homem não conviveu com dinossauros): como levar os pertences de uma toca para a outra, que coisas faltam, onde arrumar R$ 10.000 para o home theater e a televisão de plasma, pintar as paredes, desentocar os ratos, etc. E tem as preocupações novas como escolher a melhor televisão à cabo e um serviço decente de internet rápida.
Embora eu saiba que nas exuberantes praias do nordeste seja pior, não há muitas opções aqui em São Paulo e nem praia para eu ir catar coquinho. Fiz uma lista mental rápida (speedy, ajato, virtua e giro) e comecei a caçada:
Speedy - Nem entrei no site. Essa tranqueira da telefônica chega praticamente em qualquer lugar de São Paulo, inclusive onde eu moro agora, e não presta. Nunca me fez perder o google code jam mas já esgotou minha paciência N vezes.
Ajato e Giro - Os dois, na opção de comprar, pedem seu CEP e com isso verificam a disponibilidade. O Giro eu já esperava não chegar em casa, já que ele praticamente não chega em lugar nenhum. Preenchi um formulário dizendo que queria desesperadamente me livrar do x-peidy e que assim que chegasse no endereço informado para eles me avisarem que eu contrataria. O Ajato também não chega no tal CEP. Hora de ir para outro site.
Virtua - Entrando nesse constatei: todos os sites de serviços banda larga citados neste post tem sites com animações em flash. Completamente dispensáveis, devem servir, antes da contratação, o quando a internet discada (que acabou de ficar mais cara) é lenta e depois da contratação, que a banda larga não é essa maravilha que a gente gostaria. Mas isso é irrelevante, se eu consigo acessar o site, o que importa é o conteúdo e não a tecnologia usada, certo?
Então fui caçar a cobertura do Virtua, que eu bem sei não ser onipresente. E… e… e… nada. Ele cobre a cidade de São Paulo e isso eu já sabia. E sai do site sem saber nada além disso.
Apesar das opiniões favoráveis que ouvi sobre o Virtua em uma lista de discussão, o serviço já me deixou insatisfeita antes de ser contratado. Aliás, nem sei se posso mesmo contratar o serviço e não queria preencher um cadastro só para descobrir isso. Um dia eu pergunto para a vizinha, no elevador, porque eu me recuso a me expor à a dupla telefone + atendentes de telemarketing. Isso é pior que site ruim feito em Flash (embora mais eficiente que 30 ave-marias, para pagar pecados).
[BP]Modem, Banda Larga, Internet, Mp3 Player[/BP]
Informática, Internet, Serviços
nenhum comentário O Outrolado.com.br não é nenhum site de esoterismo, apesar do que o nome aparenta. É um filhote do Webinsider desenvolvido pela Desta.Ca, para pessoas exatamente como eu: cheias de coisas para falar, mas pouca credibilidade no mercado. Se bem usado, pode ser um jeito de resolver essa situação e fazer com que algumas (ou muitas, vai depender da evolução do site) pessoas conheçam suas opiniões, talentos e textos. Com isso, ganha-se a crediblidade, um bom networking e talvez algumas portas abertas. Ou no mínimo uns cliques no seu adSense, já que o sistema permite que você relacione um post no site com um link para qualquer página.
O site está apenas começando, na fase de buscar de patrocínio, colaboradores e visitantes, mas já tem potencial para ser um grande agregador de conhecimento sobre diferentes aspectos do mercado de Web. Eu já fiz a minha parte para que isso aconteça, escrevendo um pequeno artigo sobre valorização de talentos. Enquanto os chefes escrevem no Webinsider, vou preparando meu caminho para o topo pelo outro lado.
Carreira, Informática, Internet, Serviços
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